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Mateus Moraes, 13 anos, orou, pediu para não ser morto e ouviu do assassino dos colegas: 'Fica tranquilo que não vou te matar'


Mateus Moraes, 13 anos, foi talvez o único aluno que teve a clemência do atirador Wellington Menezes, na Escola Municipal Tasso Vieira, em Realengo. Enquanto o criminoso disparava, frio e impassível contra seus colegas, Mateus orava perto do quadro negro, sem ser incomodado, na sala 1801, no primeiro andar do prédio da escola.

“Eu estava em pé e era um dos mais nervosos. Pedi para ele não me matar, e ele disse: ‘Fica tranqüilo que não vou te matar.’ E não atirou em mim”, contou o menino.

Uma possível explicação, acredita Mateus, é o fato de que ele ficou o tempo todo orando. Fiel da Igreja Assembleia de Deus, o menino atribui a uma força superior o fato de ter saído vivo do ataque. “Deus me protegeu.”

O atirador andava calmamente pela sala, disparando contra as crianças, principalmente na cabeça e no tórax.

 De acordo com a Polícia Militar, Wellington invadiu a instituição de ensino por volta das 8h e disparou contra alunos. A direção da escola informou que o homem - que era um ex-aluno - se passou por um palestrante para entrar na instituição de ensino. Ao chegar ao local, primeiro ele teria procurado uma professora que já tinha lhe dado aula no passado. Como não a encontrou, subiu para o primeiro andar, foi em duas salas do oitavo ano do Ensino Fundamental e efetuou disparos.

FONTE:
www.ibest.com.br

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Polícia Militar e Conselho Tutelar realizam palestra em colégio de Balneário Camboriú
Balneario Camboriu, 01-04-2011

Solicitados pela direção de um dos maiores colégios de Balneário Camboriú, o Centro Educacional Municipal Vereador Santa, a Polícia Militar e o Conselho Tutelar se uniram para uma conversa com estudantes de 10 a 14 anos. O encontro é resultado de um projeto que o comando do 12º Batalhão Polícia Militar (BPM) vem desenvolvendo a fim de tomar medidas preventivas e melhorar a segurança pública na cidade.



 


Com o objetivo de melhorar a disciplina e o respeito dos alunos para com os professores, os policiais militares aspirante a oficial André Wagner Schilischting e o soldado Denício Francisco Rosa, juntamente com uma representante do Conselho Tutelar, estiveram na escola por duas vezes para esclarecer os direitos e, principalmente, os deveres das crianças e adolescentes.



 

O encontro colocou em discussão temas como, valores, comportamento, indisciplina, respeito, drogas e bulluing. Entre citações dos direitos garantidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), foram colocados também os deveres de cada um, como respeitar os pais e professore, por exemplo.

 

A escola, que atende cerca de 800 alunos, aprovou a parceria. O comando do 12º Batalhão, certo do resultado positivo, pretende dar continuidade ao projeto e realizar palestras em todas as escolas do munícipio, atingindo todas as crianças e adolescentes das escolas públicas e particulares de Balneário Camboriú.



(Texto, fotos e publicação: Jamila Araujo da Seção de Comunicação Social do 12º BPM)

http://www.pm.sc.gov.br/website/rediranterior.php?act=1&id=9702
 

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PM que socorreu bebê engasgado com leite há dois anos reencontra a criança e a mãe em SC
Balneario Camboriu, 05-04-2011

A criança se afogou durante a amamentação quando tinha apenas sete dias de vida. Se Deus escreve certo por linhas tortas, no dia 3 de abril de 2009, há exatos dois anos, ele rabiscou alguns traços numa rua simples do Bairro dos Municípios, em Balneário Camboriú, quando uma jovem de 21 anos saiu tropeçando sobre as pernas pela porta do número 747 em direção à calçada.

 

Desesperada e aos berros, suplicava por socorro, por um milagre. Com apenas sete dias de vida, a filha da mulher engasgara-se durante a amamentação e parara de respirar. A criança foi salva e reencontrou o seu herói, pela primeira vez, na última sexta-feira.

 

Naquele dia, três policiais abordavam cinco homens suspeitos de tráfico de drogas no momento em que escutaram os gritos da mãe Luana Tatiana Palmeira de Castro. Os soldados Denício Francisco Rosa, 24 e Agostinho Tadeu Vieira, 41, largaram o terceiro companheiro e partiram em apoio à recém-nascida Djenifer Castro Ferreira, de 47 cm e apenas 2,9 quilos.

 

— Ela estava em estado grave, toda roxinha, havia parado de respirar e desmaiou — descreveu Denício.

 

Nenhuma ambulância poderia atender rapidamente a ocorrência pois estavam ocupadas. Coube aos dois decidir o futuro da criança. Os quatro embarcaram na viatura rumo ao hospital. Ao comando do volante, Denício acionou sirenes, giroflex, buzina, pediu — por meio de rádio — apoio para liberar as ruas e avenidas.

 

— Só faltou botar a cabeça para fora e berrar — brincou.

 

No banco de trás, Tadeu trazia a menina ao colo, e a mãe batia na cabeça do motorista implorando pressa num carro que andava a mais de 100 km/h. Tadeu fez massagem cardíaca e respiração boca-a-boca, sem resultado.

 

— Se soprando não vai, tentar sugar — orientou Denício.

 

Na segunda sucção, veio para fora o leite, e a menina chegou chorando ao hospital. O choro que para todos foi um grande alívio. A rapidez e a eficiência do socorro salvaram a vida da menina. Oito minutos passaram-se entre os primeiros berros da mãe e o atendimento hospitalar. Não é exagero dizer que aquela inesperada manhã provocou marcas permanentes em todos. Ao reencontrar Luana e Djenifer, pela primeira vez após dois anos, Denício segurou o choro.

 

— Ao encararmos situações tristes, como uma pessoa que morre, penso nessa situação para começar a trabalhar de volta e ver que vale a pena viver. Não sei até quando continuarei na polícia, ou para onde vou, mas sei que pelo menos uma vez na vida salvei alguém, e esse alguém valeu a pena. Nunca mais sairá da memória.

 

A menina tímida, de cabelos cacheados, ganhou de Denício uma boneca nova. A idade ainda não permite a pequena entender o motivo do presente — a comemoração do segundo aniversário do salvamento.

 

— Este é mais importante que o oficial — definiu a mãe.

 

Em troca, o policial pediu uma boneca velha de Djenifer para guardar uma lembrança boa do trabalho nas ruas, um amuleto da sorte. O reencontro também serviu para aliviar Luana, que cobrava-se por, até então, nunca ter encontrado novamente os heróis para um agradecimento mais formal.

 

— Os dois são os anjos da guarda da vida dela. Eles vieram aqui para rua por uma coisa ruim e acabaram salvando a minha filha. Deus colocou os dois na minha vida porque Ele escreve certo por linhas tortas.

 

O Policial Militar Agostinho Tadeu Vieira, 43, não pode comparecer ao encontro. Por telefone, conversou com a reportagem do DC e relembrou aquela manhã:

 

— Eu tenho dois filhos que também tiveram problemas de refluxo. Então, isso me deu mais tranquilidade para ajudar. Ela estava quase em falência, sem sinais. A gente tentou contato com as ambulâncias, mas todas encontravam-se em ocorrência. Aí, decidimos que era com a gente mesmo — conta.

 

— Precisávamos fazer alguma coisa, se não todo trabalho seria em vão. No caminho ao hospital, pedimos para a Central de Operação da Polícia Militar apoio para desobstruir as ruas. Aí, fiz os procedimentos para desengasgar a menina. Só a fato de ver uma mãe te olhar nos olhos e dizer muito obrigado já é gratificante. Hoje em dia é difícil ver alguém olhar para o policial dessa forma.



(Reportagem e foto: Pedro Rockenbach – publicada no Jornal Diário Catarinense, edição do dia 03/04/2011 :: Publicação: Jamila Araujo da Seção de Comunicação Social do 12º BPM)

http://www.pm.sc.gov.br/website/rediranterior.php?act=1&id=9731

 

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